CONTOS ERÓTICOS


07/07/2009


ATENÇÃO.

 

CONFIRAM NOTÍCIAS E VÍDEOS ESPECIAIS SOBRE MICHAEL JACKSON, EM MEU BLOG. ( Portal de Exclusividades )

EM BREVE NOVAS ATUALIZAÇÕES.

 

 

Escrito por Deolho.com às 22h02
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06/06/2009


ATENÇÃO

Necessitamos de mais contos eróticos para realizar total atualização de nosso blog, solicitamos que nossos usuários continuem enviando seus contos para o e-mail: blogdecontos@uol.com.br , para que desta forma possamos continuar com nossos serviços, inclusive o blog Portal de exclusividades.

Quem deseja ter um site na Web, divulgar seu trabalho, loja, ou produtos entre em contato com meu portifólio, ainda em atualização
http://www.deolhodesigner.com.br

Obrigado.
Colunista: Fabio teodoro

Escrito por Deolho.com às 01h04
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06/05/2009


Novo:

Loja Virtual: quer um Ps3, games, celulares, rodas para seu carro, Câmeras e muito mais, e não tem grana pra comprar, nos procure e confira, caso não encontre no site me consulte por e-mail.

Shop Zurp.net

Escrito por Deolho.com às 01h37
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05/05/2009


NOVIDADE:A PARTIR DE HOJE 5/05/2009 - NOVO BLOG ERÓTICO, CONFIRA NOVOS CONTOS, NOVA ESTRUTURA...

CLIQUE NA IMAGEM E CONFIRA.....

SEJA BEM VINDO!!

 

Escrito por Deolho.com às 16h01
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01/05/2009


A Origem da Puta.

Não posso negar que tenho vasta experiência em putaria, adquirida durante uma longa convivência com estas mulheres extraordinárias.
Por incrível que pareça, dei meus primeiros passos neste mundo maravilhoso aos 05 anos de idade, sem ao menos saber o que estava fazendo na época, mas foi uma experiência por demais marcante, e que influenciou meu senso de observação me levou a refletir muito a respeito, na tentativa de compreender este fantástico comportamento feminino.
Nesta tenra idade, eu morava em Londrina(onde nasci) e dedicava meu tempo a brincar e me divertir com uma turminha de amigos e amigas da mesma idade, passando o dia todo entre a casa de um ou outra, ou mesmo na rua onde morávamos, geralmente até o entardecer, mesmo sobre o protesto das mães que não conseguiam manter o controle sobre aquele timinho da pesada(RS).
Aquela quadra, da Rua Borbagatto, era realmente especial, e não existia em toda a região um trecho de rua que agrupasse tantas crianças da mesma idade. O local era extremamente seguro, todos se conheciam e os adultos dividiam a obrigação de vez por outra, dar uma olhada para saber onde estava reunida a “molecada”, mas é claro, tínhamos nossos esconderijos secretos como era permitido às crianças da minha época.
No terreno ao lado da minha casa, existiam três casas menores, em meio a um bosque de árvores frutíferas, que pertencia à gente mais humilde, mas extremamente honestos e trabalhadores. Na casa dos fundos, ao final do bosque, morava a Dona Conceição, uma pobre viúva que trabalhava o dia todo para sustentar o filho Moises e a filha LENINHA, uma menina com 11 anos de idade, um pouco mais velha que nosso grupinho, que tinha em média entre 05 a 07 anos, onde a liderança das brincadeiras era dividida entre eu e a Suzy(que saudades dessa moleca) que escolhíamos as brincadeiras, ora de meninos e ora de meninas, e todo o grupo vinha atrás.
Não me lembro bem como foi que começou, mas lembro que um dos nossos locais de reunião era naquele bosque, quando às vezes até o Moises participava, pois mesmo tendo 15 anos na época, era portador de deficiência mental decorrente de uma meningite, e diziam que sua idade mental equivalia a uma criança de cinco anos. Normalmente o Moises não ficava em casa durante a semana, pois freqüentava uma escola especial, ficando em casa apenas a LENINHA.
Uma vez, quando brincávamos no bosque, a LENINHA falou que iria nos ensinar uma brincadeira nova, chamada “CASINHA DE CARNEIRO”, e selecionou um seleto grupinho, formado por mim, pelo Waltinho e Paulinho(dois irmãos), a Ângela(que era minha namoradinha desde que me dei por gente) e a Suzy(a mais sapeca das meninas da turma) e a própria LENINHA, completando três pares.
Para ingressarmos na brincadeira, tivemos que prestar um juramento solene de sigilo total, prometendo guardar o segredo, sob pena de vermos nossas mães caírem mortas, em caso de revelação a qualquer pessoa, mesmo que a outras crianças do grupo(coisa de criança, mas tinha um efeito aterrador sobre nós).
A brincadeira começava assim, tínhamos que pular o muro da minha casa, e entrar escondidos na casa da LENINHA, sem que ninguém nos visse entrar, o que não era tão difícil, pois a maioria dos moradores estavam trabalhando naqueles horários.
Quando chegávamos, a LENINHA fechava a porta e todas as janelas, e geralmente iniciava um ritual particular, que consistia em subir numa mesa redonda e dançando fazer um strip-tease pra nós, ficando totalmente nua, e depois ordenava que tirássemos também toda a nossa roupa.
Ato contínuo, ela escolhia os casais, formando pares diferentes a cada dia, mas eu era sempre o escolhido para ser seu par(acho que devido a minha ereção), o que eu não gostava muito, porque tinha que ver a minha namoradinha Ângela(uma loirinha de olhos verdes) brincar com outros garotos, e sentia ciúmes dessa situação, embora ainda não tivesse noção do que realmente significava aquela deliciosa brincadeira.
Então, ela nos orientava no que fazer, mandando que os garotos encoxassem as meninas, esfregando seus pintinhos nas bundinhas e xoxotinhas, acariciando seus mamilos e lambendo seus pescoçinhos, mandava as meninas beijarem os meninos, enfiando as lingüinhas um na boca do outro, lamber nossos corpos e chupar nossos pintos(na época acho que ainda eram pintos rs.) e os meninos, quando deitavam as meninas deviam lamber suas bocetinhas lisinhas.
Tudo isso ela demonstrava pros outros fazendo comigo, e às vezes ela mostrava pessoalmente para os outros meninos e meninas, mas dificilmente me deixavaeu praticar com as outras meninas, tentando demonstrar que eu pertencia exclusivamente a ela.
Lembro-me que meus amiguinhos dificilmente conseguiam uma ereção plena duradoura, e às vezes a LENINHA auxiliava eles, segurando seus pintinhos ao direcioná-los e forçar a invasão da bocetinha das meninas. Não me lembro de ter visto as meninas sangrarem, caracterizando a perda da virgindade, mas lembro que ninguém reclamava e todos gostavam da brincadeira, pois no dia seguinte, não víamos à hora de ir para a casa da LENINHA, sendo que a CASINHA DE CARNEIRO se tornou a principal brincadeira de nossa restrita sociedadezinha secreta.
No meu caso, me recordo bem que bastava a LENINHA começar a se esfregar em mim, e eu sentir a pele lisinha de sua bundinha em minhas mãos, que o meu pinto ganhava vida própria e ficava extremamente duro, destacando-se de meu corpo e apontando para cima em direção da LENINHA, que era um pouco mais alta que eu.
A brincadeira cominava com ela deitando em cima de mim, e introduzindo meu pau na sua bocetinha, cavalgava e se esfregava bastante sobre meu corpo, enquanto eu alisava aquela pele lisinha da sua bunda, até ela atingir um estado de devaneio, onde soltava um longo gemido e grudava-se de forma incrível em mim, como se tentasse fundir seu corpo no meu.
Neste momento, todos paravam o que estavam fazendo, e ficavam ao nosso redor apreciando e se deleitando com a cena e com o prazer estampado na face da LENINHA.
Às vezes ela permitia que eu ficasse por cima, ocasiões que eu mais gostava da brincadeira, porque sendo ela maior que eu, me sentia subjugado quando ficava por baixo, e isto era um pouco humilhante para mim, principalmente porque lá fora eu era o chefe e líder da turma.
Não me recordo de ter tido a sensação de gozar plenamente, pois acho que nem porra ou liquido seminal saia do meu pau, mas achava sensacional aquela coceirinha decorrente do atrito da bocetinha dela no meu pau. Muitas vezes, depois que gozava, ela ia até o banheiro fazer xixi, e voltava para dar mais uma brincada comigo. Nessas ocasiões, quando a via dirigindo-se ao banheiro, permanecia no colchão esfregando pinto e esperando por ela, porque sabia que íamos continuar a brincadeira, o que me deixava bastante orgulhoso, principalmente ao perceber o desejo nos rostinhos da Ângela e da Suzy.
Ficávamos brincando em média três horas por dia, e quando terminava, nos vestíamos e a LENINHA preparava um lanche pra nos premiar, geralmente fritando pão na margarina e fazendo suco artificial, pois apesar da taradinha que ela era, não deixava de ser uma criança com apenas 11 anos de idade.
Apesar do clima transgressão, decorrente do segredo total que agora fazíamos questão de manter, e que depois que o restante do grupo adquiriu mais experiência tornando nossos encontros verdadeiras orgias infantis, encarávamos tudo com a maior naturalidade do mundo, sem barreiras, tabus ou preconceitos, entendendo que aquilo tudo era inerente de nossa condição humana, e emanava de nossa vontade das formas mais criativas possíveis, onde tudo nos era permitido. De forma curiosa, nunca houve interesse por parte de ninguém do grupo, de obter prazer com pessoas do mesmo sexo, pelo menos que eu me recorde, embora o contato de nossos corpos fosse inevitável, diante da bagunça que acabávamos fazendo.
A LENINHA, por segurança, havia nos proibido taxativamente de ensinar nossa brincadeira ao restante da turma, proibindo também que a praticássemos fora de sua casa, sem sua supervisão. Mesmo assim, depois de praticarmos várias horas por dia na casa da LENINHA, eu levava secretamente minha namoradinha Ângela para o MEU esconderijo particular, onde, acredito, fazíamos AMOR na plenitude de sua concepção, porque acredito que a gente se amava desde que nossas mães nos deixavam no mesmo berço enquanto se visitavam. Embora o destino tenha nos feito seguir caminhos diferentes, separados pela distância, ainda sei que a AMO, por sentir que carrego um pedaço importante daquele ser especial, aquecendo o lugar mais secreto de minha alma.
Nossa brincadeira durou exatamente seis meses, até que um dia, a maluca e destrambelhada da Suzy, aprontou mais uma de suas molecagens. Enquanto eu transava com a LENINHA em nosso colchãozinho, a doida inventou uma brincadeira pra cima da Ângela, e dizendo que iria tirar cocozinho do cuzinho da minha namoradinha, enfiou um galho de madeira em seu anus, e ficou movimentando para todos os lados, da forma mais irresponsável possível, fazendo a minha pobre Ângela gritar muito e chorar copiosamente, enquanto os idiotas dos meus amigos apenas riam da situação, e até que eu e a LENINHA conseguíssemos chegar até elas, e interromper aquela agressão bizarra e sem propósito, a besta tinha realmente machucado a Ângela, provocando-lhe sangramentos, e mesmo a gente tendo tentado ajudar coitadinha, não houve como impedir que sua mãe percebesse o ferimento, além de que ela não conseguia conter o choro em virtude da dor que estava sentindo.
Mas eu não podia deixar a Ângela naquela situação, então a acompanhei até a sua casa, e depois que ela entrou atravessei a Rua Borbagatto fui para a minha casa, entrei no meu quarto e fiquei esperando a surra que tinha certeza que ia levar.
A descoberta do fato foi o maior escândalo, a notícia correu mais rápido que um foguete(na época não se falava em míssil) entre pais e mães, praticamente foi criada uma comissão de investigação, porque a Ângela não queria indicar claramente os integrantes de nossa Sociedade Secretinha, mas as demais crianças de nossa Rua acabaram por indicar os nossos nomes, porque embora não soubessem o que estava rolando, sentiam ciúmes daquele grupinho inseparável que havia se formado dentro da turma, e que os excluíam de nossa brincadeira secreta.
Desta vez não houve surra, embora eu preferisse mil vezes ter apanhado a ser submetido à INTELIGENTE solução adotada em conjunto por nossos pais, ADUTOS CENTRADOS, responsável por nossa EDUCAÇÃO e BEM ESTAR.
Fomos obrigados a comparecer um a um à presença de todos os pais(menos o meu que estava viajando, e jamais permitiria isso) e mães(a minha estava e cobro ela disso até hoje), na reunião mais imbecíl que já presenciei na vida, onde fomos humilhados e espezinhados por cada um dos presentes, quando os hipócritas presentes queriam nos convencer do quão vergonhoso fora nosso gesto(descobrirmos nossa sexualidade, e fazer o que todos eles faziam a noite em suas casas escondidos). Depois, reunidos, naquela tenra idade, entrou um padre, todo fantasiado, acompanhado de duas freiras, e fomos submetidos a uma espécie de SANTA INQUISIÇÃO, onde fomos obrigados a confessar nossos PECADOS, e ajoelhados, obrigados a jurar perante a cruz que o ilustre trazia em suas mãos, que jamais voltaríamos a PECAR, sob pena de irmos direto QUEIMAR NAS CHAMAS DO INFERNO.
Parece doideira, mas hoje analisando melhor, e na condição de advogado, percebo que havíamos sido vítimas indefesas nas mãos de adultos ignorantes, que em nome da manutenção de preceitos morais e tabus arcaicos, nos violentaram sadicamente, traumatizando nossa alma e interferindo em nossa sexualidade, transformando o prazer em pecado mortal, antes mesmo de tê-lo sentido plenamente, fazendo sentir vergonha de todas as manifestações e transformações que nossos corpos iriam sofrer.
No meu caso, graças ao meu pai, que me ajudou a entender a verdade oculta atrás da moralidade religiosa, e os reais interesses da igreja, mormente econômicos, consegui voltar a fazer sexo e sentir prazer novamente aos 15 anos de idade, mas credito 10 anos de tormenta e tortura sofridos(em vez de gozados) aos idiotas que nos violentaram covardemente naquele dia do passado.
Mas o que tem este fato a ver com a ORIGEM DA PUTA?
Eu explico. Nosso grupinho restrito, embora todos vizinhos, era formado por pessoas de diferentes classes sociais.
Enumerando, a família mais humilde era a da LENINHA, em seguida a família da Ângela, que possuía um sítio sendo deus pais pequenos agricultores do café, depois vinha a família dos irmãos onde seu pai era contador de uma grande loja de departamentos, depois vinha meu pai que era diretor de vendas de um conhecido laboratório multinacional, e finalmente a mais abastada era família da Suzy, onde seu pai era um grande fazendeiro.
Assim, a pobre LENINHA, que apenas tinha nos ajudado a descobrir a nossa sexualidade e sentir muito prazer, com apenas 11 anos foi execrada por todos dali, chegando a ser obrigada a mudar-se para a casa de sua irmã casada, do outro lado da cidade, mas continuou a ser perseguida incansavelmente pelos defensores da moral londrinense, que fizeram sua fama correr por toda a cidade, e sem outra opção na vida(já que era pobre) além de ser constantemente procurada em particular, por aqueles mesmos “senhores” defensores da moral, que sordidamente desejavam desfrutar de sua beleza de seu corpo sem o conhecimento de suas pudicas esposas, acabou se tornando PUTA, engravidou diversas vezes, tendo seu futuro e suas esperanças destruídos covardemente.
Já a Suzy, aquela moleca pervertida que havia ferido a Ângela, protegida pelos pais, sequer foi submetida à famosa INQUISIÇÃO, e depois de ter dado para meia cidade, curtindo os prazeres do sexo quase a exaustão, arrumou um fazendeiro otário e se casou, passando a dar pra ele em troca da riqueza e do destaque social que desfruta até hoje. Não culpo ela, afinal também era uma criança na época.
Moral da história? As duas eram putas, pois acabaram fazendo sexo por dinheiro, a única diferença que existia era A ORIGEM DA PUTA.

Categoria: Fetiche
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Escrito por Deolho.com às 00h02
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28/04/2009


NOVIDADE VEM AI...

 

Em breve vocês terão um novo site, completo de conto eróticos da melhor qualidade ....

Aguardem.....


Me mandem opniões e dicas para melhorar meu serviço

Escrito por Deolho.com às 01h38
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DEI PARA O FUNCIONARIO, E ELE RIU DO MEU MARIDO

Primeiramente vou me descrever, tenho 1,63 de altura 59 kg, corpinho bem gostosinho, cabelo castanho ondulado e longo, minha boca é bem carnuda e tenho uma bunda bem desejável, eu chamo a atenção dos homens. Essa história começou quando fui ajudar meu marido a enfeitar a empresa em que ele trabalha para um evento que agora não me lembro qual era. Havia várias pessoas ajudando, entre eles o vigia da empresa que era um perfeito exemplar de homem, 1,85 de altura e devia ter uns 80 kilos, um corpo bem definido, pude perceber isso , pois em dado momento ele tirou a camisa para carregar uma escada, então não pude deixar de observar e admirar aqueles braços musculosos, sem exagero, e que tinha uma tatuagem que me chamava mais a atenção ainda Sentí vontade de tocá-la. Percebí que o desejo era recíproco mas ficou só nisso, bem, só nisso não, pois aquele homem não saia de meus pensamentos. Depois desse dia, sempre arrumava um pretexto para visitar \"meu marido\" em seu trabalho, e sempre caprichava no visual para chamar a atenção dele, e lógico sempre conseguia, mas nunca passava disso, percebia nele muito desejo, mas também falta de coragem pois seu emprego poderia estar em jogo, assim como seu casamento pois também é casado, e isso me deixava cada dia mais louca. Um dia eu tive um surpresa, meu marido me liga bem cedo, eu estava no banho , para me avisar que meu vigia iria passar em casa para pegar uns papéis. Pronto, essa era a minha primeira e talvez a única chance que eu teria de ficar sozinha com ele, então era aquela hora ou nunca. Terminei meu banho e coloquei um shorts bem curtinho e uma blusinha de alcinha e o aguardei ansiosamente. Quando ele chegou, percebí que ele estava muito nervoso, mas esse nervosismo não o impediu de admirar meu corpo e me deixar perceber isso. Nós fomos para o quarto que era onde estava o computador, pois ainda precisaria imprimir os documentos. Estavamos ambos nervosos e desconfortáveis, até que ele falou que era perigoso estarmos alí, sozinhos e que ele não era de ferro, eu disse que não queria que ele fosse de ferro, então nos beijamos deliciosamente e ardentemente, eu não podia acreditar que aquele homem estava alí comigo, eu estava louca de tesão, suas mãos começaram a descobrir meu corpo, deslizava por tudo, com muita mais vontade nos meus seios, eu sentia sua respiração perto do meu ouvido o calor de seu corpo, ai que delícia, fui devagar abrindo sua calça, qual não foi minha surpresa ao ver que tudo aquilo era mais lindo e ainda maior do que eu imaginara, não resisti e cai de boca chupando aquele cacete, ai que delícia estava sendo tudo aquilo, chupei com tanta vontade. Logo em seguida ele tirou toda minha roupa, abriu minhas pernas e me chupou com muita vontade, até com uma certa violência, que me fez gozar pela primeira vez, eu falava para ele enquanto ele me chupava, \"isso, chupa a mulher do chefe, chupa\" , essas palavras fizeram com que ele chupasse com mais loucura ainda, foi onde ele me puxou com força me colocou de quatro e meteu de uma só vez,foi um sensação indescritível, aquele homem forte me possuindo daquela maneira, e eu o desafiava mais ainda dizendo \" fode a mulher do teu chefe, fode com vontade\"... a cada palavra minha, eram bombadas mais fortes dele, me fazendo gozar várias vezes, eu gritando e gemendo alto ,ele falava \"toma sua putinha, ve se aguenta agora meu pau dentro de você, toma sua gostosa\", então ele me virou de frente para ele e fizemos um delicioso papai mamãe e continuou mentendo forte, e eu falando para meter ainda mais forte, minha vontade era de ser arrombada por ele naquele momento,eu gritava e gemia alto gozando mais uma vez, foi quando ele anunciou que iria gozar, eu não podia perder aquilo, me posicionei para receber seu gozo em minha boca, e falei \"quero que goze na minha boca, uma puta adora receber porra na boca, goza em mim, goza\" ele mas que depressa encheu minha boca de porra, que escorria pela lateral de minha boca, ficando toda melada da porra de um macho gostoso. Pena que essa foi realmente a única vez que transamos, mas que vai ficar na memória por um bom tempo. Amortotal69@bol.com.br

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Escrito por Deolho.com às 01h34
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A Empregada

Olá este conto que irei contar a vcs agora é real e por isso trocarei os nomes inclusive o meu.....Me Chamo Mauro...tenho um empregada chamada Dirce..elá já é nossa empregada a mais de 3 anos, e apesar de ser mto bonita, nunca houve nada alem de uma relação de patrão e empregada entre nós. Ela tem 19 anos Dirce tem + ou - 1.65 de altura é morena de sol...tem seios médios...daqueles que cabem na mão...e uma bunda mto bem feita... e está cursando faculdade de fisioterapia aqui na cidade.
Com o dinheiro do salário e mais a ajuda dos pais ela custeia os estudos.
Sempre foi muita correta e competente, por isso minha esposa a adora. Seus pais moram no interior, e ela trabalha e mora aqui em casa. Por exigência da minha mulher ela usa uniforme de empregada.
No ínicio, isso foi motivo de discussão, pois eu sempre achei nessa atitude, nada mais que um capricho desnecessário. Mas com o passar do tempo comecei a Dirce mto atraente de uniforme. Cheguei até mesmo a ter algumas fantasias com aquele vestidinho preto e avental branco. Algumas vezes ao se inclinar para realizar suas tarefas, o vestidinho levanta, deixando aparecer uma pontinha de sua bundinha que cá entre nós é uma tentação. A visão dura alguns segundos, mas é tempo suficiente pra ficar bem gravada em minha mente. Certa vez, me aconteceu um pequeno acidente no trabalho. Algumas caixas cairam sobre minhas mãos enquanto inspecionava o estoque. Minhas duas mãos foram enfaixadas e eu ganhei uma semana de licença. Depois de passar no hospital vim direto pra casa. Era por volta das 3 da tarde e tive de pegar um taxi, pois não conseguia dirigir com as mãos enfaixadas. Quando abri a porta ( Nunca tive tanta dificuldade em girar a chave ) , me deparei com uma das cenas mais inesperadas de toda minha vida. A Dirce estava passando o aspirador no carpete usando apenas uma calcinha branca! O aspirador disputava com o aparelho de som pra ver quem podia mais. Por esse motivo ela não me ouviu chegar, e como estava de costas para a porta demorou um bom tempo para me notar, parado, de queixo caido, olhar eltalado, o coração a mil por hora, o sangue fervendo na cabeça....Nas duas cabeças.
Sua bunda ficava ainda mais bonita demarcada pela calcinha, que conforme ela se movimentava entrava mais e ficava toda enfiadinha. Quase enlouqueci qndo ela se abaixou para passar o aspirador embaixo do sofá.
Distraído que estava derrubei uma pasta que estava na mesa ao meu lado, e nesse instante ela se deu conta que não estava sozinha em casa. Seu grito só não foi ouvido pela vizinhança pq foi abafado pela musica e pelo barulho do aspirador. Caiu sentada no chão, os olhos arreganhados, as pernas entreabertas com a calcinha cobrindo competentemente a parte que eu mais desejava ver. No entando agora eu podia apreciar com precisão seus peitinhos de tamanho médioe mto durinhos. Ficamos nos olhando assim por um tempoque durou uma eternidade....Até que ela levantou se rapidamente, se cobrindo da melhor maneira possivel com as mãos e correu em direção ao quarto. Só ouvi a porta se fechando em uma batida forte. Fiquei parado em pé, pensando em algo para lhe falar na hora em que voltasse. Tentei recolher os papéis que tinham caído da pasta, mas as mãos enfaixadas não deixaram. Tambem nao consegui usar o controle remoto para baixar o som, mas o maldito aspirador eu desliguei, tirando o fio da tomada com o pé.
Não se passaram mais do que dez ou quinze minutos , e ela saiu do quarto, dessa vez devidamente uniformizada; o olhar confuso, foi direto ao som e o desligou, se abaixou discretamente e apanhou os papéis que cairam da pasta, colocou tudo em cima da mesa, e finalmente virou pra mim e disse:
- Desculpe seu Mauro, não esperava o sr. tão cedo em casa, e como estava mto quente eu fiquei mais a vontade...É que o senhor nunca tinha chegado fora do horário, mas não se preocupe que eu não vou mais...
- Ei calma, calma....não precisa ficar tão nervosa!
- Por favor, me desculpe..estou morta de vergonha, mas juro pro senhor que...
-Está tudo bem, eu já disse. Não aconteceu nada demais.
A partir daí ficamos os dois mudos, sem saber o que falar, até que ela percebeu minhas mãos enfaixadase trocamos algumas palavras aliviados.
O resto do dia se passou mais ou menos dentro da normalidade. Eu fiquei na sala assistindo televisão, enquanto ela terminava suas tarefas, mas sempre longe dos meus olhosque a perseguiam furtivamente.
À noite qndo minha mulher chegou do trabalho, todo o assunto girou em torno do acidnete com as minhas mãos e na semana de licença que passaria em casa.
- Ainda bem que a Dirce esta aqui pra cuidar de vc né Dirce??
A Helena ( minha mulher ) falou pra ela que sem olhar em minha direção, respondeu que sim, com um sorriso meio constrangido. E eu tentei agir da maneira mais natural possivel, e acho que consegui pois minha mulher não percebeu nada de estranho. Ficou um clima meio velado entre eu e a Dirce, como um segredo que a gente resolveu guardar, sem ter combinado com palavras.
Na hora de deitar transei furiosamente com Helena, mas era a maghem da Dirce de quatro com a calcinha enfiada na bunda que ocupava meus pensamentos. Coloquei ela de quatro e a penetrei com otda força, como a mto tempo não fazia. Toda vez que ela pedia pra eu ir mais com calma eu entrava com mais força ainda, enquanto ia chamando de Puta, safada..e ela gemia de dor, mas tinha mto prazer misturado. Tentava fugir de mim, mas sem mta convicção...embora minhas mãos doessem mto em ter que seguralá , não demorou e gozei bem alto logo depois dela. Após o banho na hoa de dormir, ela me falou sorrindo:
- Nossa o que foi isso?? O que te deixou assim?
- Eu estava precisando aliviar o estresse, e como não vou trabalhar amanhã resolvi gastar um pouco mais de energia...hehehe!!!
- Tudo bem que vc não vai trabalhar amanhã mas os vizinhos devem ter perdido o sono com o barulho que fizemos.
Pensei comigo que, se os vizinhos tinham ouvido..então a Dirce tmb tinha e sorri satisfeito com essa idéia. Dormi com a tranquilidade de um santo, e a exaustão de um pacador.
Acordei cedo na manhã seguinte, embora pudesse dormir até mais tarde. Ouvi de longe minha mulher fazendo recomendações a Dirce para que me ajudasse no que fosse possivel.
Pouco depois ouvi a porta se fechando. Respirei fundo, coloquei um roupão e fui tomar café da manhã, excitado por ideis bem pouco decentes.
A Dirce me cumprimentou sem olhar, enquanto servia o café e em seguida sumiu para a cozinha. Durante toda manhã ela se manteve distante de mimme evitando, e eu só de roupão pra lá e pra cá, inventando pretextos pra puxar assunto com ela, porem nada adiantava.
Então, qndo assistia TV depois do almoço, ela se aproximou perguntando se poderiamos conversar um instante. É claro que respondi que sim, ao mesmo tempo que cresica em mim um tesão fora do comum; Então ela disse:
- Sobre aquilo que aconteceu ontem, seu Mauro, eu queria agradecer ao sdenhor por nao fala nada para a dona Helena. Ela teria ficado mto brava comigo e talvez até me despedisse.
- A Helena não precisa ficar sabendo Dirce, voce nao sabia que eu chegaria em casa aquela hora, e quem é que não gosta de ficar pelado?
- Obrigada seu Mauro. O senhor me tirou um peso da consciência.
- Não diga isso Dirce eu que tenho que lhe agradecer.
- O senhor me agradecer? e por que?
- Ha mto tempo eu não via um corpo tão bonito qnto o seu. Mesmo sem querer, voce me proporcionou um dos momentos mais prazerosos da minha vida.
Joguei tudas minhas fichas naquela frase..e fiquei na espectativa de sua resposta.
- Bem... D-deixa eu cuidar. Ainda tenho que lavar o quintal antes de preparar o jantar.
E lá se foi ela pro quintal.
Bom não foi o céu nem o inferno, mas pelo menos ela nao me chamou de filho da puta, e isso já era um começo. No decorrer do dia, não havia mais aquela preocupação dela em fugir de mim, e eu ficava o tempo todo por perto puxando conversa. Pelo menos estavamos mais a vontade agora. Pela segunda noite consegutiva eu literalmente acabei com minha esposa. Trepei como um animal, e a comi em todas as posições que conheciamos sem o menor cuidado em ser discretoe sem economizar nos palavrões..naquela noite fizemos sexo durante horas e eu cheguei até a comer seu cuzinho...o que ela sempre repudiava...e eu tratei ela como uma verdadeira puta e ela adorou. Ela é mto gostosa mas meus pensamentos estavam na Dircee em seu corpo delicioso e seu jeito de menina. Propositalmente eu fazia com que Helena gritasse com as minha penetrações fortes.....pois sabia que no quarto ao lado estava Dirce e que estava ouvindo tudo........--->>>Continua.

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Escrito por Deolho.com às 01h33
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Oitavo aniversÃrio de casamento

Era nosso oitavo aniversário de casamento em plena quarta-feira; resolvemos ir ao cinema e depois um drink e só, sem esticadinhas, pois no outro dia teríamos que trabalhar, ainda bem que não muito cedo.
Fomos ao Shopping Frei Caneca assistir “O homem que copiava”, lotado, saímos e fomos ao Espaço Unibanco, lotado também e como a outra sessão seria muito tarde, desistimos e fomos ao Pão com Manteiga da Haddock Lobo para lanchar e bebericar algo.
Pedimos uma tábua de frios e um vinho, ficamos conversando e sem percebermos a garrafa se esvaziou, pedimos outra e ficamos namorando. E o tempo foi passando.
Em uma certa hora, o garçom nos avisou que a cozinha estava fechando e se gostaríamos de mais alguma coisa, notamos que o bar estava quase vazio. Pedi a conta e Carla foi ao banheiro, quando voltou colocou algo no bolso da minha jaqueta.
Saímos em direção do carro, tínhamos bebido muito e estávamos bastante altos, olhei para o relógio e vi que era mais tarde do que imaginávamos e as ruas estavam quase vazias. No meio do caminho algumas prostitutas se exibiam nuas ou quase nuas, excitada e embalada pelo álcool, Carla me falou em tom de ordem: “– Vem comigo que eu vou te mostrar uma coisa que você vai gostar!”
Percebi que a situação estava começando a esquentar. Deixei Carla uns dois metros à minha frente para poder observá-la por inteiro, tirei da sacola minha máquina fotográfica (trabalho com fotografia) e a segui.
Carla vestia uma saia preta, curta, de malha; uma blusa com botões na frente; meias 7/8 e sapatos de salto finos. Enquanto andava, ela começou a enrolar a saia na cintura deixando-a com um comprimento indecente, metade de sua bunda ficou à mostra. Tirei algumas fotos e Carla foi se exibindo ainda mais, abriu a blusa e começou a imitar as prostitutas que tinham ficado para trás.
Seguimos por uma rua pouco iluminada sob a sombra das árvores, Carla tinha se transformado em uma perfeita puta de rua, andando devagar e rebolando sua linda bunda, poucos carros passaram e alguns ocupantes chegaram a mexer com ela que não deu atenção a eles. De repente um carro parou e a abordou perguntando o preço do programa. Continuei andando devagar apenas prestando atenção no que falavam. Ela parou, não muito perto da janela do carro deixando sua buceta completamente a mostra para o ocupante do carro (a calcinha ela tinha colocado em meu bolso antes de sairmos do bar) e disse que não estava disponível pois tinha sido contratada e estava indo encontrar seu cliente. O carro seguiu em frente e eu fui ao seu encontro para acalma-la. Abracei-a e notei que seu coração estava disparado, passei a mão em sua buceta, que estava muito molhada; continuamos a andar mantendo uma distância de alguns passos entre nós.
Em frente a uma casa comercial recuada da calçada, Carla parou e sensualmente tirou a blusa, o sutiã, a saia e jogou tudo no chão, ficou só de sapatos e meias e pediu para eu fotografá-la. Comecei a disparar a máquina apenas acompanhando seus movimentos: encostada na vitrine; na vaga de estacionamento da loja; deitada na calçada e correndo, atravessando a rua até a outra calçada. Quando Carla atravessava a rua de volta ela parou no meio da rua, na parte mais iluminada e deitou sobre o asfalto, ficou de quatro, de frente, de bruços, todas as posições a que tinha direito, quando eu falei que o filme tinha acabado e que precisava colocar outro ela voltou para o recuo da loja e se vestiu novamente com a blusa e a saia em comprimento normal, aparentando uma mulher fina e recatada, nos beijamos e seguimos abraçados nos afastando do local pois o flash tinha chamado muita atenção sobre nós.
Peguei outro filme na sacola enquanto ríamos da loucura que fazíamos, Carla se lembrou que estávamos a menos de duzentos metros da Avenida Paulista e que muitas daquelas lojas possuíam seguranças noturnos que tinham visto tudo, fora as câmeras de vídeo, mas que não importava pois, sem se tocar, ela tinha chegado ao orgasmo quando se deitou no meio da rua só pela excitação de se exibir para mim.
O carro estava parado em uma rua transversal, igualmente arborizada e deserta, colocamos a sacola de fotografia e sua bolsa no porta-malas. Carla tirou a saia e a blusa, jogou-os no banco e vestiu um casaco curto que estava no carro. A aventura ainda não tinha terminado. O novo visual de Carla continuava belíssimo e incrivelmente indecente, mas agora menos vulgar, o casaco cobria sua bunda, mas deixava a renda da parte superior das meias a mostra.
Carla se afastou do carro e me puxou para uma árvore próxima, ela já foi me agarrando, me beijando e chupando meu pescoço, sua língua entrou em minha boca como uma cobra, minha excitação aumentava e minha vontade era de encostá-la na árvore abrir seu casaco e penetra-la fundo mas como Carla estava no controle da situação e eu sabia que isso estava deixando ela cheia de tesão fiquei só esperando suas ordens. Ela parecia descontrolada, abriu minha camisa e minha calça foi abaixada até os meus joelhos, meu cacete duro e completamente babado ficou na altura de seu rosto, ela colocou ele na boca me levando a loucura, tirei toda a calça para ter mais liberdade de movimentos, olhei para sua buceta vi um liquido transparente escorrer como se sua buceta babasse. O cheiro das árvores e da noite na cidade deixava essa nossa transa especial, quase como uma coisa mágica. Puxei-a para cima e me encostei na árvore. Abri seu casaco e olhei seus seios médios e muito empinados, caí de boca e suguei cada peito demoradamente, com muito tesão. Não agüentando mais levantei Carla pela cintura e encaixei meu cacete duro no meio da buceta dela, Carla começou a gemer baixinho dizendo no meu ouvido que eu a estava estuprando, que meu cacete estava maior e mais duro do que de costume e que mesmo lubrificada parecia que ela estava sendo rasgada pelo meio, pedia para que eu a chamasse de putinha, cadela e vagabunda. Depois de alguns minutos bombando, tirei meu pênis de sua buceta, me abaixei e fiquei acariciando os lábios depilados de sua xana, sem nenhum pentelhinho para atrapalhar, passei devagar minha língua em seu clitóris para provoca-la e deixa-la ainda mais louca para receber novamente meu pênis duro em sua buceta. Carla se contorcia toda, e gemia. Enquanto eu chupava sua buceta, metia o dedo em seu rabinho apertado, o que aumenta seu prazer e acelerava seu orgasmo, quando Carla gozou, ela não se controlou e começou a gemer mais alto, tive então que colocar minha mão em sua boca para que parasse de gritar, ela mordeu meus dedos e apertou minhas bolas puxando o meu cacete para dentro de sua buceta, com isso, meu pênis que já estava grande aumentou ainda mais de tamanho mas acabou entrando facilmente devido lubrificação interna, coloquei Carla de costas para a árvore e comecei a fazer penetra-la de maneira ritmada, socando minha pélvis contra a sua. Com toda essa excitação quase nos esquecemos de onde nós estávamos por isso nem percebemos a aproximação de um carro que passou em baixa velocidade buzinando, assustado tirei meu cacete de dentro de Carla para poder reagir caso ele parasse, não parou. Pude observar que era um carro com uns quatro ou cinco adolescentes, sendo que duas ou três eram garotas, fiquei mais tranqüilo e resolvi continuar o que eu estava fazendo.
Tirei o casaco de Carla que ficou somente com os sapatos e meias, sua pele branca sob a luz de mercúrio dava um ar de filme dos anos 50, coloquei meu cacete que continuou duro, apesar do susto, em sua buceta e Carla cruzou as pernas em minhas costas fazendo movimentos para cima e para baixo. Quando percebi que o gozo estava chegando, caminhei encaixado em Carla até o meio da rua, deitei no asfalto com Carla sobre mim e com meu pênis ainda dentro dela, Carla ficou cavalgando no meu pau até gozar novamente. Quando gozei soltei um gemido muito alto e enchi sua buceta de porra, Carla se levantou com as meias todas desfiadas no joelho e andou uns 10 metros rodopiando pelo meio da rua totalmente satisfeita, e como última loucura pediu-me para recolher seu casaco e seus sapatos, entrar no carro e apanhá-la mais a frente na rua enquanto ela caminhava nua, foi o que eu fiz mas antes ainda tirei mais umas 20 fotos em seqüência dessa última caminhada da noite.

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Escrito por Deolho.com às 01h32
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Meu Titio querido

A alguns anos minha família tem uma casa de veraneio no litoral norte de São Paulo, na Riviera de São Lourenço, num condomínio relativamente pequeno, o que propiciou que fizéssemos amizade com todas as famílias de lá. Estando todas as férias e feriados no condomínio, acabamos estreitando laços de amizade com algumas famílias, especialmente com nossos vizinhos de lado. Como os conhecemos desde pequenos, demos aos adultos o título de “tios”: o Tio Julio e a tia Ana, e os seus filhos Marcelo, que tem a minha idade e a Camila, um ano mais moça. Crescemos eu e meus irmãos brincando com os filhos deles, e nossos pais amigos entre si, principalmente o tio Julio com papai. Sempre tive enorme afinidade com o Marcelo, e nós somos excelentes amigos até hoje. O tempo foi passando, as crianças cresceram, eu entrei na faculdade... Mas continuávamos passando as férias juntos. Porém os feriados ficaram diferentes. Como as “crianças” já não eram mais crianças, muitas vezes íamos para praia com amigos, sem os pais. Num desses feriados, eu havia combinado de ir para a minha casa de praia com um casal de amigos e um paquera, já cheia de más intenções... Mas na última hora o meu paquera teve um problema e não pode ir, e para não estragar o feriado do casal de amigos eu fui, meio contrariada. O condomínio estava vazio, porque o tempo estava frio e chuvoso, tinham 3 casas apenas com luzes acesas. Uma delas era dos nossos amigos e eu corri até lá na esperança de que o Marcelo ou a Camila tivessem vindo, pelo menos eu teria companhia. Quando eu abri a porta e entrei (tínhamos liberdade para agir assim) encontrei o tio Julio deitado no sofá. Ele disse que havia descido sozinho para resolver alguma coisa na prefeitura. O Tio Julio é um homem e tanto! Tem 45 anos, mas não daria mais que 32 pra ele. Atlético, cabelos castanhos claros, e embora não seja muito alto, tem um corpo de dar inveja em qualquer garotão. E que barriga! Não pude deixar de notar tudo isso, já que ele estava só de sunga. Dei-lhe um beijo e fui para casa decepcionada... No dia seguinte fomos à praia, e eu continuava meio chateada, pois me sentia segurando vela. O tio Julio apareceu, me convidou para nadar, entramos na água, nadamos, ficamos conversando, eu nem vi o tempo passar... Só percebi que estava tarde quando meu estômago deu sinal de fome. Voltamos para casa, o casal tomou banho e foi para o quarto. Eu comi alguma coisa e resolvi dar uma volta pelo condomínio. Melhor do que ouvir sussurros de amor. Encontrei o tio Julio numa mesinha conversando com uma das condôminas que havia arriscado viajar com aquele tempo esquisito. Ela bebia vinho, e já estava consideravelmente alta. Tio Julio estava na cerveja, mas eu notei que ele também estava alegre. Rimos, conversamos, eu também bebi cerveja, até que o tio Julio propôs que saíssemos para dançar. Eu topei, e fui convidar os meus amigos para se juntarem a nós. Ela topou, mas ele ficou fazendo doce... Resolveram não ir. A nossa vizinha achou que não iria agüentar por já estar alta e também não quis ir. Tio Julio virou para mim e disse: “Eu queria dançar. Vai me deixar na mão também?”. Eu disse que não, que também queria sair, e fomos para um bar meio afastado do condomínio, onde tinha pista de dança e musica ao vivo. Como o forró estava no seu auge, chegamos no meio de um tremendo rastapé. Escolhemos uma mesa, o tio Julio me trouxe uma cuba libre (que eu adoro) conversamos mais um pouco, e ele me convidou para dançar. A essa altura eu já estava bem alegrinha, e tropecei algumas vezes nos passos do forró. Demos muita risada, e dançamos até ficarmos ofegantes. Mas eu notei que ele talvez estivesse ofegante por outro motivo: Sentia que ele estava exitado. Como eu estava alta, achei que eu estava vendo, ou melhor, sentindo coisas, afinal ele era meu tio, me conheceu menininha... Pedi para pararmos, pois eu estava exausta. Ele riu, disse que eu era muito novinha para já estar cansada, mas me tirou do meio da pista me puxando pela mão até a nossa mesa, que ficava num canto do bar. Ele encostou-se à parede e me abraçou, puxando meu corpo de encontro ao dele. Foi muito rápido. Eu tive a certeza de que ele estava realmente de pau duro. Ele deu um beijo no meu pescoço. Quando eu olhei para ele para protestar ele me beijou a boca com uma volúpia, com uma urgência, que meu corpo correspondeu imediatamente. Minhas pernas amoleceram, meus mamilos de tão duros chegaram a doer, imediatamente eu senti a minha bucetinha ficar encharcada. Quase enlouqueci sentindo aquelas mãos fortes segurando a minha cintura, me puxando de encontro aquele corpo viril e maravilhoso... Afastei-me dele, olhei para ele e perguntei por que ele fez aquilo, que eu não poderia admitir, já que eu conhecia toda a família dele, que ele era casado, que eu era amiga dos filhos dele, que ele era amigo do meu pai... E todas as sandices que me ocorreram na hora. Ele segurou a minha mão com todo carinho e disse: ”Porque você é um tesão. Você é a mulher mais gostosa que eu já conheci. Da última vez que você e seus irmãos dormiram em casa, eu entrei no quarto da Camila de madrugada só para olhar você dormindo. Passei a noite inteira pensando em você. Tenho desejado você desde então. Morro de ciúmes quando eu vejo o Marcelo abraçar você, sentar você no colo dele. Eu preciso ter você.” Como eu nada respondi, ele disse para sairmos dali, que estava meio abafado, e saímos de mãos dadas. Eu não vou negar que tudo o que ele disse mecheu demais comigo, que eu estava ardendo de tesão, afinal, ele pode ser meu tio, mas eu não sou cega. Mas não estava disposta a carregar a culpa de ter traído a tia Ana, meu pai, meus amigos... Fomos até o carro, ele abriu a porta para mim, deu a volta, entrou, deu a partida e saímos. Eu nervosa acendi um cigarro, ele tomou o cigarro da minha mão, tragou e devolveu. Dali a um tempo ele entrou numa rua mais tranqüila, pegou novamente meu cigarro, jogou pela janela e parou o carro. Soltou o cinto com uma das mãos, enquanto me puxava com a outra, dizendo que não agüentava mais, que se eu negasse novamente ele não mais insistiria, mas que ele precisava me beijar mais uma vez. E novamente eu senti aquela boca deliciosa envolvendo a minha, dessa vez mais sensual, mais tranqüila, aquele beijo de quem sabe beijar, de quem sabe o que está fazendo. A pouca resistência que eu tinha foi por terra. Puxei seu corpo de encontro ao meu, passando as minhas mãos pelas costas musculosas e firmes. Quando eu fiz isso ele gemeu baixinho no meu ouvido, e eu fiquei completamente louca com aquela demonstração de tesão. Juntei o pouquinho de razão que ainda tinha e disse para sairmos dali, pois estávamos na rua... Ele ligou o carro, saiu, pegou a minha mão e colocou na sua coxa, fazendo o mesmo em mim. Ele escorregou a mão dele para a minha bucetinha dizendo “nossa, como você está molhadinha... Será que vai dar tempo de chegarmos em casa?” e eu mal conseguia raciocinar sentindo aqueles dedos hábeis me tocando por cima da calça, que era de tecido levinho, dando pleno acesso a minha bucetinha. Eu estava tão enlouquecida que passei minha mão da coxa dele para o pau sem perceber, enfiei a mão por dentro da bermuda e puxei-o para fora. Que pau! Ele não era descomunal, nem em tamanho, nem em diâmetro, mas tinha uma cabeça linda, vermelhinha, estava pulsante na minha mão. Fui batendo punheta para ele, e ele o tempo todo falando safadezas no meu ouvido. Chegamos no condomínio, o guarda veio abrir a porta da garagem, nós havíamos nos recomposto na medida do possível. Eu disse que iria em casa ver se estava tudo ok e depois iria para casa dele. Sai do carro e fui rapidinho. Já em casa eu pensei se não era aquela a chance de parar toda aquela loucura. Mas me lembrei daquele pau na minha mão... Peguei as camisinhas que tinha e fui para casa dele. Ele estava de pé, encostado na parede de cabeça baixa. Eu disse “Tio Julio, quer desistir?” Ele deu dois passos enormes em minha direção que até me assustou, me puxou com uma mão e enquanto me beijava, trancou a porta. E me beijando foi me levando em direção ao quarto, me jogou na cama, em questão de segundos tirou toda minha roupa e a dele. Deitou-se sobre mim, beijou a minha boca deliciosamente, meu pescoço, meus seios, mamou, chupou como ninguém tinha feito antes, e enquanto mamava esfregava seu pau no meu grelinho. Foi meu primeiro orgasmo naquela noite. Quando ele percebeu que eu havia gozado, fez uma cara de safado, foi descendo, beijando a minha barriga, minha pélvis, até chegar a bucetinha... Foi passando aquela língua experiente em cada pedacinho dela, enquanto enfiava o dedo no meu cuzinho... Que sensação deliciosa! Eu rebolava na boca dele, já pronta para gozar de novo quando ele colocou seus lábios em volta do meu grelinho, e começou a mamar, saboreando o grelinho com a língua. Nem sei dizer quantas vezes eu gozei ali, sei que jamais tinha experimentado uma sensação igual. Quando eu implorei a ele para me penetrar, que eu não agüentava mais, ele se levantou, olhou pra mim com cara de menininho e pediu para que eu colocasse a camisinha nele. Eu estava louca de tesão, peguei aquele pau lindo e enfiei ele todinho na minha boca, chupava desesperadamente, no mesmo rítimo do meu tesão... Ele começou a gemer, a dizer que eu tinha uma boca deliciosa, que eu era gostosa demais... Quanto mais ele falava, mais exitada eu ficava, mais eu chupava aquele pau delicioso, e acabei gozando novamente, só esfregando as minhas pernas enquanto eu chupava ele. Ele gozou na minha boca, e eu continuei chupando, pois além de querer beber toda aquela porra, eu queria ele duro para me saciar, queria aquele pau dentro de mim. O pau na verdade não chegou a amolecer. Ele colocou a camisinha,me abraçou, beijou a minha boca, passando aquelas mãos maravilhosas pelo meu corpo, me deitou novamente e disse que agora sim me faria mulher. Eu ri, disse a ele que já não era virgem a alguns anos, mas depois entendi o que ele estava querendo dizer. Ele sabia realmente como transar. Mesmo estando na posição “papai-mamãe”, ele sabia como colocar o pau na minha bucetinha para me enlouquecer. Eu me contorcia de tesão, puxava ele para mim, rebolava desesperada no pau dele, e ele ali, totalmente dono da situação, consciente que estava me matando de tesão. E ele falava o tempo todo, que eu era maravilhosa, que delicia que eu era, que ele não podia imaginar que além de linda que eu era tão quente, que ele nunca sentiu tanto tesão na vida dele, e que bucetinha mais gostosa e apertadinha eu tinha... Quando eu ouvi isso não deu pra segurar mais... Gozei, gozei e gozei descontroladamente... Ele me beijou a boca e disse que ainda não estava satisfeito, que teria que me fazer gozar mais uma vez, juntinho com ele. Rolou comigo na cama, sem tirar o pau de dentro de mim, e me fez cavalga-lo... Ele dizia “Vai minha menininha, cavalga seu garanhão, cavalga... Mostra pra mim que a minha menininha cresceu, vem... Goza gostoso pro seu macho...” e eu senti ele estremecer.meu corpo não precisou de mais nada para novamente entrar em espasmos de gozo. Cai nos braços dele e ali ficamos abraçados um tempinho, até que ele tirou o pau de dentro por causa da camisinha, levantou e foi jogá-la fora. Voltou para cama, me abraçou, disse que aqueles tinham sido os melhores momentos da vida dele, porque ele estava realizando um sonho, um desejo antigo... Eu nada disse, mas mal sabe ele que sempre achei ele um tesão de homem, e que ele sem querer tinha ajudado a liberar minha fantasia também... Ele me convidou para tomarmos banho, pois ele iria voltar para São Paulo dali a duas horas. Tomamos banho juntos, ele me ensaboando com aquelas mãos enlouquecedoras, fizemos amor mais uma vez, de pé no box, tão deliciosamente quanto na cama, ele me enxugou, disse para que eu me trocasse enquanto ele providenciava meu café (pois já eram umas 05:00hs). Tomamos café, ele terminou de arrumar as malas, trancou a casa, saímos, ele deu a chave na minha mão, caso eu precisasse ou quisesse alguma coisa da sua casa (o que sempre foi hábito entre as duas famílias) me deu um beijo na boca de namoradinho apaixonado (de-li-ci-o-so, que me deixou mais uma vez molhadinha), Olhou pra mim com carinha triste, disse que queria ficar me beijando para sempre, mas tinha que ir, mais um beijo e foi embora. Nossas famílias continuam amigas, viajando juntos, os filhos dele vem pra casa, nós vamos a casa deles, e ninguém desconfia porque essa sobrinha é tão apegada ao titio...

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Escrito por Deolho.com às 01h31
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24/04/2009



Entregando a enteada para os amigos

Nos outros contos narrei como filmei a minha enteada Aline tomando banho, trocando de roupa e depois como filmei ela me chupando e eu chupando ela com ela nos filmando.
Depois contei como transei com ela e filmei sem ela saber.
Agora vou contar como começou a melhor fase, chantageada ela começou a dar para meus amigos.
Bom, depois que passei a transar com minha enteada, minha fantasia com ela se realizou. Então passei a ter outras fantasias com ela.
Um amigo meu que sempre foi tarado por ela, viu uma vez um vídeo dela trocando de roupa. Ele ficou insistindo para eu mostrar outros, pois eu tinha contado para ele dos outros que eu tinha feito. Ele era de muita confiança e sei que ele não vai contar nada pra ninguém porque também sei de muitos segredos dele. Somos como irmãos.
Acabei ficando excitado com a idéia de ver meu amigo vendo o vídeo em que eu estou transando com a minha enteada e acabei mostrando para ele. Ele ficou maluco e disse que queria comer ela de qualquer jeito, me pediu para dar uma força para ele.
Pensei e gostei da idéia, mas tinha que pensar num modo de convencer a minha enteada a dar para ele.
Bolei um plano onde eu ia transar com ela na casa desse meu amigo, que estaria \"viajando\" e deixado as chaves comigo.
Fui com a minha enteada para a casa desse meu amigo e começamos a transar, na sala mesmo. Quando já tinha uns 30 minutos que a gente estava transando, meu amigo entrou na casa de mansinho e nos flagrou com ela em cima de mim. Minha enteada tentou se esconder atrás do sofá, mas não tinha como falar que não estava acontecendo nada.
Meu amigo começou a me xingar como se não soubesse de nada, nós planejamos tudo, até como seria o flagra e o que ele teria que falar. Como esse meu amigo conhece a minha esposa, minha enteada ficou preocupada com a possibilidade dele contar tudo para ela. Ela sabe que a mãe dela é muito brava e nós dois estaríamos fudidos se ela ficasse sabendo. Ela pediu para ela não contar nada para a mãe dela e aí ele falou que não contaria se ela deixasse ele participar da festinha. Ela ficou chateada mas acabou aceitando. Eu sou vasectomisado e por isso transo com ela sem camisinha, mas meu amigo não é, por isso ela falou que ele teria que usar.
Ele tirou a roupa rapidinho e mando ela colocar a camisinha. enquanto isso eu metia nela por trás. Ela ficou chupando o pau dele e depois ele sentou no sofá e mandou ela sentar em cima. Fiquei olhando ela ajeitar a cabecinha do pau dele na entrada da buceta. Ela começou a rebolar e ele pegou na cinturinha dela e ficou só apreciando o momento. Ela foi enfiando devagar e depois começou a cavalgar. Eu fiquei na frente dela e pegando nos cabelos fiz ela me chupar, enquanto meu amigo apertava os peitinhos dela e olhava ela me chupar.
Depois ele colocou ela de 4 e meteu com vontade. Como eu já tinha gozado duas vezes fiquei só olhando a cena. Lamentando não estar com a máquina para filmar tudo.
Meu amigo na hora de gozar tirou a camisinha e gozou nas costas da minha enteada.
Ela foi tomar um banho e ficamos eu e meu amigo na sala conversando. Ele me agradeceu e falou que estava me devendo uma.
Logo depois a Aline apareceu de toalha e falou que queria ir embora. Meu amigo falou que antes queria que ela chupasse ele. Ele tirou a toalha dela e ela se ajoelhou para chupar o pau dele. Na hora de gozar ela tirou o pau da boca e colocou a toalha, pois não queria que ele gozasse nela.
Nos vestimos e fomos embora. Meu amigo falou que quando quiséssemos um lugar para transar podíamos usar a casa dele.
Voltamos lá mais algumas vezes onde eu comia ela de todas as formas e ele comeu ela mais duas vezes.
Depois disso ela começou a ficar mais safada e me contar as fantasias dela. Me falou que tinha vontade de transar com dois ao mesmo tempo. Mas para isso eu tinha que inaugurar o cuzinho dela, pois até então ele era virgem. Ela nunca quis fazer anal.
A primeria vez que comi o cuzinho dela foi um custo. Não entrava de jeito nenhum, o cuzino era muito apertado. Com muito custo e persistência dela conseguimos. Passei muito gel KY o meu pau e no cuzinho dela, enfiei muito dentro com o dedo. Depois desse dia, sempre comia o cuzinho dela em nossas transas. Ela não dava o cuzinho para o namorado com medo dele pensar que ela era uma putinha (mal sabe ele..... coitado do corninho....)
Então um dia, comentando com um outro amigo, ele me confidenciou que também transava com a enteada dele. E no caso dele a enteada tinha 17 anos e eles começaram quando ela tinha 16, mas só tinham transado 3 vezes.
Mostrei para ele os vídeos da minha enteada e ele ficou doido. Ele disse que queria filmar a enteada dele também e perguntou se eu ajudava ele. E ele também queria trocar as enteadas, pois ele adorou a minha. E eu a dele é claro. Uma moreninha falsa magra muito linda. Bundinha arrebitada, cabelos negros lisos e olhos verdes. Uma boquinha de deixar qualquer um com tesão só de olhar.
Marcamos de um dia eu ir na casa dele e ficar escondido para filmar ele transando com a enteada. Filmei tudo e fiquei com muito tesão, a garota era muito linda.
Então para a minha surpresa meu amigo me chama. A enteada dele se assustou ao me ver. Então meu amigo falou para ela que eu tinha filmado tudo e que ela deveria transar comigo também. Ela reclamou e não queria, mas o padrasto dela pegou a máquina e colocamos para passar na TV. Ela viu que realmente eu tinha filmado e começou a ficar mais solta vendo o vídeo. Então eu aproveitei e tirei a roupa e a abracei por trás. Ela olhando para a TV não achou ruim, e deixou eu encochar ela e pegar nos seus seios durinhos e gostosos. Chupei ela todinha e a fiz gozar na minha boca. Depois coloquei ela sentada e chupando meu pau. Ela não desgrudava os olhos da TV.
Quando eu ia começar a comer aquela ninfetinha eu falei para o meu amigo pegar a máquina e filmar a nossa transa. Me coloquei no meio das pernas dela e encaixei meu pau na sua bucetinha. O padrasto dela não era vasectomisado e ai ele só comia ela de camisinha. E eu como sou, aproveitei para comer ela sem. Meu amigo sabe disso e não achou ruim. A menina nem falou nada. Meu amigo deu um close na bucetinha dela e eu fui enfiando. Meti tudo e comecei a movimentar, ela gemia e fazia uma carinha deliciosa. Meti por um bom tempo nessa posição. Depois coloquei ela com cima de mim, e o padrasto dela filmando tudo. Depois coloquei ela de 4 no tapete da sala e meti nela por trás. Metia com força e ela gemia gostoso. Gozei e enchi a bucetinha dela de porra. Meu amigo filmou ela de close pingando a minha porra e escorrendo pelas pernas dela.
Depois disso, combinamos de trocarmos as enteadas. Fui na casa dele com a minha e depois de alguma conversa entramos no assunto de sexo. As duas ficaram visivelmente constrangidas, mas aí falamos o que estávamos planejando e as duas se assustaram, mas não falaram nada. Posicionei a máquina para filmar tudo e começamos beijando cada um a sua enteada e tirando as suas roupas. Quando estávamos os 4 pelados, trocamos as enteadas. Meu amigo caiu de boca na buceta da minha enteada e eu a buceta da enteada dele. Ficamos transando um tempão cada um com a enteada do outro. Foi quando eu sugeri para a minha enteada que ela poderia realizar a fantasia dela nesse momento. Ela sorriu para mim e começamos a DP. Meu amigo deitou no tapete e ela foi por cima dele, encaixou a buceta no pau dele e deitou me deixando a bundinha arrebitada. Posicionei meu pau no seu cuzinho e comecei e enfiar. Minha enteada gemia, gritava, falava palavrões mas estava adorando. Meu amigo chupava os peitos dela e a enteada dele ficava só olhando sentada no sofá ao lado e se masturbando.
Depois foi a vez dela. Meu amigo queria inaugurar o cuzinho da enteada e eu fiquei por baixo. Ele então lambuzou o pau dele e o cuzinho dela e começou a enfiar. Ela tentou fugir dizendo que estava doendo mas eu a abracei e segurei com força, deixando ela indefesa contra o pau invasor do padrasto dela. Gozamos os 3.
Depois ficamos os 4 pelados conversando um tempo rindo e vendo as filmagens.
Antes de irmos embora, cada um ganhou uma chupetinha da enteada do outro.
Combinamos de fazermos outras festinhas juntos.

Dentro do carro minha enteada me confessou que adorou a transa e da outra com meu outro amigo. Já virou uma putinha mesmo.
Já estou pensando qual vai ser o meu próximo amigo que vai comer a minha enteada. Tem que ser bem pensado para evitar que alguém saia contando pra todo mundo. Tem que ser alguém de confiança e que tenha algum segredo para que a gente fique tranquilo.
Quem vai ser o próximo sortudo??

padrastofeliz@gmail.com

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Escrito por Deolho.com às 04h26
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De saia no trem lotado.


Este conto não pode ser publicade, devido a idade da autora.

Escrito por Deolho.com às 04h25
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Foi arriscado, uma loucura, mas não me arrependo!

Meu nome é Mariana, tenho 22 aninhos, sou morena, com um corpo gostoso e uma boca carnuda.

Moro em um bairro na periferia da cidade. Na minha rua as casas ficam muito próximas umas das outras, ás vezes, como no caso da minha com os vizinhos, menos de um metro separam uma parede da outra. A janela do meu quarto fica muito, muito próxima mesmo da janela do quarto dos vizinhos.

Meus vizinhos são um casal já de certa idade, creio que entre 50 e 60 anos. Dona Mariza é uma mulher simples e boa dona de casa, Seu Leocádio aposentado já há algum tempo por causa da perda da visão.

Faz um tempo eu estava no meu quarto e escutei a voz de Dona mariza dizendo -não, não, pára. Olhei pela janela e consegui ver Seu Leocádio atrás dela encoxando, passando a mão nela, com uma cara e jeito que estava morrendo de tesão doido pra comer ela. Mas ela não queria. De tanto insistir, ela acabou dando pra ele, mas eu não pude ver nada, foram para outra parte do quarto onde estaria a cama.

Aquilo não saiu da minha cabeça, aquele homem velho, cego, doidinho de tesão, tarado querendo sexo. Fiquei imaginando e tocando minha bucetinha várias e várias vezes e gozei muitas vezes pensando no tesão daquele homem. E se fosse ele me agarrando daquele jeito? Nossa, com os pensamentos que eu estava tendo, eu daria na hora! Mas é claro era impossível, era só uma fantasia, por algo que eu vi. Nunca pensei em se tornar realidade.

Depois de uma semana, aquela cena se repetiu. O velho querendo sexo de tarde. Talvez de noite Dona Mariza transasse com ele com toda vontade, mas de tarde, ela devia estranhar, sei lá. Mas eu vi a cena de novo, ele por trás dela esfregando o pau na bunda dela, tentando tirar a roupa, mordendo o pescoço, até que depois de algum tempo depois de tentar fugir muitas vezes, ela acabou se entregando. Gozei muito de novo pensando naquilo!

Vi isto outras vezes. Depois de algumas semanas, lá estava a janela deles escancarada mais uma vez, como a minha janela fica praticamente quase toda fechada, lógico eles não percebiam, muito menos ele óbvio. Desta vez Seu Leocádio estava sentado na cama sem camisa só de calça, tirou o pau pra fora, primeira vez que eu vi aquele pau. O corpo dele não era uma coisa que podia se dizer que estava em forma, mas pra mim até não estava nada mal, não sei porque. Mas o pau, este sim, que lindo, duro, com uma cabeçona, grosso, muito grosso, devia ter uns 18cm. Fiquei de boca aberta vendo aquilo, fiquei doida de tesão.

Ele falava pra mulher dele fazer um boquete. Dizia pra ela chupar. Ela ficava olhando meio sem jeito, se negando, ele insistindo. Até que, tentando se esquivar, achando que ele poderia desistir daquilo, ela falou que iria rapidinho no mercado antes que fechasse e que quando voltasse faria aquilo. Ele insatisfeito acabou concordando ela saiu rápido. Mas demorava a voltar. Eu fiquei espiando ele lá, ele volta e meia punhetava um pouco o pau pra que continuasse duro. Eu doida de tesão, passou 10 minutos, 15 minutos, e nada da mulher voltar. 20 minutos e eu doida fui ver se ela estava voltando. Fui pra frente de casa, e nada. Depois de mais um tempo entrei no terreno deles, não havia problema nisso, minha mãe conhecia Dona Mariza, eu poderia dar qualquer desculpa. Queria ter um outro ângulo pra ver as cenas, ou qualquer coisa. Tentei abrir a porta, não estava trancada! Nessa hora que eu perdi todo o controle, eu não sei explicar porque!

Mas entrei e fui até o quarto, fiz barulho e ele falou -voltou querida? Vem cá. Eu só falei -uhum. Pra ele não perceber que não era ela.

Fui pra frente dele me abaixei e abocanhei aquela pica. Que loucura, eu estava fora de mim! Fiquei punhetando e chupando a cabeça, passando a lingua, puxei as calças dele pra baixo e chupei as bolas. Engoli o saco dele inteiro, ai comecei a chupar a pica grossa. Tentei engolir o máximo possível, metade dela entrava toda na minha boca. Comecei a engolir, tirar e colocar rapidamente. Adorei ouvir aquele velho gemendo, adorei chupar aquele pau gostoso, grosso, que delícia. Ele segurou minha cabeça, meus cabelos, fiquei com medo das mãos dele em mim, vai que ele descobrisse que não era a mulher dele?! Então chupei com mais vontade até que ele gozou, sem avisar. Eu me assustei com tanta porra! Mas engoli tudo, eu adoro gozo. Ai fiquei lambendo o cacete dele pra limpar tudo até que ouvi um barulho na porta da casa. Era a mulher dele voltando! Levantei e sai com pressa, mas não correndo. Quando sai do quarto ai sim fui correndo para a porta dos fundos, sai e pulei o muro de volta pra minha casa.

Fui para meu quarto e fiquei espiando. Seu Leocádio já tinha se vestido, a mulher entrou no quarto e falou que tinha voltado, ele só falou que bom, deitou e acabou dormindo.

Acho que ela ficou aliviada por não precisar chupar ele! O plano dela de ir no supermercado tinha dado certo, ele desistira.

Na verdade, eu fiz o trabalhinho...

Categoria: Fetiche
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Escrito por Deolho.com às 04h22
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Encochada no Ônibus (Ricardo e Soninha)

Numa dessas andanças que tive por ai, acabei conhecendo Soninha, uma morena clara de cabelos negros, 25 anos, muito bonita. Ela é casada com Paulo Ricardo, 33 anos, um galã, tão ou talvez mais bonito que seu homônimo cantor. Uma pessoa de minha confiança é que me falou deles. Fizemos amizade muito rápido e não tardei a contar como eu era e que inclusive gostava de mandar relatos eróticos para sites especializados. Assim como eu, Soninha é uma mulher ousada. Nossa amizade fluiu e logo ela estava me contando, todos os seus segredinhos. Numa tarde em minha casa, Soninha resolveu me revelar detalhes de sua vida sexual com seu maridinho e inclusive me autorizou a divulgar este relato pra vocês. Ela contou-me que seu marido adora sexo e que com o tempo, foi demonstrando que quanto mais enciumado, com mais tesão ficava. Nas transas com Soninha, sussurrava desejos e fantasias em seu ouvido. No começo, ela me disse que estranhava, mas depois foi se acostumando e gostando. Ricardo fantasiava sua esposa dando para outro cara, para vários homens, com outras mulheres etc. Gozava sempre loucamente pensando nisso e Soninha é claro, também. Mas Ricardo deixava sempre claro que isso eram apenas fantasias. Só que com o tempo, esses sussurros perderam o efeito e logo eles partiram para outra. Cadastraram-se em sites de relacionamento erótico e começaram a relacionar-se com pessoas de todo o Brasil em busca de prazer. Ricardo se deliciava quando estranhos ao ver as fotos de sua mulher, retornavam com e-mails apaixonados e excitantes. Recebiam fotos de homens com “paus enormes” e Ricardo gostava de imaginar que ela realmente transaria com esses caras. Mas com o tempo, esses relacionamentos via net, também ficaram chatos e os dois já tinham praticamente lido todos os contos eróticos e fantasias que havia na net. Segundo me contou Soninha, só faltava mesmo eles colocarem o que aprenderam em prática, mas, isso era uma coisa que Ricardo se negava a fazer. Apesar de se excitar muito com o fato de imaginar sua esposa transando com outro homem, Ricardo não demonstrava nem um pouco a intenção de realizar esta proeza. O pior é que Soninha, não podia confidenciar a ele, que desejava muito ter outro homem, que aquilo tudo que tinham feito, desapertara nela o desejo de experimentar uma outra “emoção” ou “aventura” ou coisa assim. Ricardo temia que um acontecimento real desses, pudesse por fim ao casamento dos dois. Mas a tara por ver sua esposa sendo “comida por outro” parecia mais forte. Passado algum tempo, Soninha disse que seu marido chegou em casa excitadíssimo e com uma idéia genial na cabeça. Essa idéia era simples. Iriam os dois para um bairro distante e desconhecido, Soninha vestida com uma roupa bem sensual, circulariam nos ônibus mais lotados e esperariam que algum estranho enconchasse a Soninha, como nos bons contos eróticos. Ricardo sentaria ao lado e ficaria apenas observando. Após discutirem todos os prós e contras, entraram em acordo e Soninha topou realizar o desejo de seu marido, aliás, estavam de férias e tinham tempo e dinheiro para isso. Foram os dois para um bairro de classe média baixa e se informaram das linhas mais lotadas. Chamou-lhes a atenção de um ônibus que circulava quase todo dia com operários da construção civil e trabalhadores em geral. Segundo a dona de uma lanchonete, as mulheres detestavam andar nesses ônibus porque a grande maioria dos usuários era composta por homens e não faltavam histórias de assédios sexuais, mãos bobas etc. No dia seguinte, lá estavam Ricardo e Soninha pegando o tal ônibus. Soninha estava vestida com uma calça jeans apertadíssima, que valorizava muito seu corpo. Digamos que ela estava bem no estilo funkeira. Uma blusinha realçava seus seios.Parecia perfeita. Entraram no ônibus e segundo Soninha, seus usuários realmente eram maioria homens e grande parte deles feios ou cheirando a cachaça. Os ônibus lotavam sempre e nunca tinha assentos disponíveis. Ricardo permanecia perto de Soninha mas sempre fingia indiferença, para não demonstrar que a conhecia. Fizeram isso por três dias e apesar de muitos homens esbarrarem em Soninha, nenhum a tocou com segundas intenções. Já em casa, depois da do terceiro dia de tentativas, Ricardo procurava motivos para o fracasso.! Soninha é muito linda! Como ninguém se interessou? Então Ricardo comentou com sua esposa que talvez sua roupa não fosse adequada, afinal todas as mulheres daquele bairro se vestiam assim e talvez isso não despertasse mais tanto interesse neles. Precisavam de algo que mexesse com os caras. No dia seguinte, Ricardo saiu e comprou para Soninha, uma calça dessas que usamos com uma mini-saia por cima. Ela estica e é tão fina que parece uma segunda pele. Soninha ficou espetacularmente excitante dentro desta roupa e segundo Ricardo, despertaria tesão até num defunto. Disparava o coração só de olhar aquela bundinha perfeita contornada por aquela malha branca e flexível. Soninha vestiu uma calcinha quase fio dental e uma blusa com jaqueta. Segundo ela, dava vergonha de andar na rua com aquilo, então a jaquetinha ela amarrou na cintura para protegê-la, até entrar no ônibus. Ricardo respirava com dificuldade devido a ansiedade e a excitação. Sua mulher estava fantástica. Ela se colocou no fundo do ônibus e milagrosamente, Ricardo conseguiu uma poltrona para sentar bem ao lado. Daria a ele uma visão privilegiada de qualquer acontecimento. Soninha retirou a Jaqueta da cintura e vestiu. Ficou com toda aquela bunda( nas palavras de Ricardo, simplesmente irresistível) exposta e rodeada de homens. A partir deste momento, vários homens começaram ficar perto dela. Alguns encostavam a perna, outros os dedos e todos olhavam para aquele corpão. As pessoas saiam e entravam do ônibus e trocavam seus lugares constantemente.Soninha e Ricardo permaneciam ali. De repente, entrou um rapaz aparentando uns 30 anos, vestindo calça de moletom, um casacão e gorro.Parecia cantor de rap americano. Não era negro, mas quase. Ele foi bem pro fundo do ônibus, se encostou na poltrona de Ricardo, logo atrás de Soninha. Esse rapaz que acabara de entrar, notou a “saúde” de Soninha e partir deste momento, não tirou mais os olhos dela. Conforme foram entrando mais pessoas, as que estavam no fim foram empurradas. Esse rapaz ficou encostado na parede do ônibus, com apenas um senhor idoso separando Soninha dele. Ricardo percebeu e ficou muito atento. O ônibus parou e o senhor idoso desceu ao mesmo tempo que entraram mais pessoas. O rapaz do gorro então, lentamente se aproximou de Soninha e encostou. Soninha disse que ele cheirava bem. Sentiu o cheiro de seu chiclete de hortelã e sentiu também o volume na sua bunda. A cada sacudida do ônibus, o rapaz empurrava seu pau contra a bunda de Soninha que procurava travar as pernas para não ser jogada para a frente. Ela sentiu que o rapaz estava excitado. Ricardo seu marido, observava nervoso e ansioso. O rapaz desconhecido mexia lateralmente e esfregava o volume duro na bunda de Soninha. De repente, ele parou se afastou um pouco e se protegeu com o casaco, voltando alguns segundos depois a enconchar Soninha que agora sentia arrepios. O rapaz tinha tirado o pau pra fora da calça e encaixado no meio da bunda Soninha que conseguia sentir bem a pressão, o formato e o poder daquele “cacetão”. O rapaz se aproveitava do sacolejo do ônibus para fazer movimentos circulares e aproveitava-se do casaco para proteger-se, evitando que as outras pessoas o vissem com o pau pra fora. Soninha sentia naquele momento uma grande ansiedade e muito medo também. Olhou várias vezes para seu marido que ficou excitadíssimo. Ela sentia aquele cacete lhe roçando a bunda e as pernas e nada mais podia fazer a não ser ficar parada e imóvel. Ela não teve noção de quanto tempo ficaram daquela forma mais em determinado momento, o rapaz suspirou e se afastou um pouco e guardou seu pau novamente dentro da calça. Ai chegou perto de Soninha e sussurrou em seu ouvido, palavras dizendo que no dia seguinte estaria ali de novo. Se ela tivesse gostado, que voltasse. O ônibus parou e o rapaz saiu. Soninha tirou a jaqueta e amarrou se protegendo. No ponto seguinte, Ricardo e Soninha desceram e pegaram um táxi até o estacionamento onde deixaram o carro. Soninha sentiu que estava molhada na bunda. O rapaz tinha gozado nela. Ricardo apesar de nervoso, parecia feliz. Chegaram no apartamento e o marido quis saber tudo. Soninha narrou tudo pra ele e ai pediu pra tomar um banho. Ricardo não deixou. Tirou sua roupa e a de Soninha e a comeu ali mesmo na sala. Poucas estocadas foram suficientes para que Ricardo gozasse escandalosamente. Soninha nem teve tempo de gozar e teve que se masturbar no banheiro, par diminuir um pouco a pressão e o desejo que sentia. Pensou no estranho do ônibus. Imaginou mil coisas. Mais tarde, já na cama com seu marido, ela contou o que o estranho dissera pra ela, em seu ouvido. Ricardo ficou excitado. Segundo Soninha, o pau de seu marido ficara fora do normal, de tão duro. Ricardo decidiu então que eles voltariam mais uma vez lá, só que agora Soninha iria de mini-saia. Ela ficou muito excitada com a idéia e ansiosa também. Ricardo e Soninha transaram mais de cinco vezes naquela noite. No dia seguinte, ambos estavam excitadíssimos! Soninha se vestiu da seguinte forma: Uma saia, não muito curta, para o caso de a parte de traz ser levantada, meias finas até a altura das coxas e uma blusinha que realçava muito os seios. Soninha a mando de Ricardo, não vestiu calcinha. Pronta para o crime, os dois seguiram até o local, e minutos depois estavam no ônibus, a espera do estranho. Ricardo conseguiu um acento e ficou só na observação. Soninha, muito ansiosa, estava no fim do corredor do ônibus. Estava completamente molhada! Tremia de tesão. O fato de estar sem calcinha, causou um verdadeiro frisson na mente desta garota. Ela estava adorando viver isso, essas fantasias etc. Acreditava ser válido viver intensamente cada desejo, aproveitar a juventude e a beleza ! Seus pensamentos foram interrompidos com a entrada do rapaz que tanto esperavam. O coração de Soninha praticamente foi parar em sua boca.O rapaz foi costurando, costurando e com alguma dificuldade, conseguiu chegar ao lado dela. Ele vestia a mesma roupa da primeira vez, o que a fez pensar que ele veio preparado. Ele disse um “oi” e forçou a passagem para ficar atrás dela. Soninha estava muito molhada. Sua bucetinha estava derretendo e só faltava o liquido escorrer pelas suas pernas tamanho o tesão que ela sentia. O rapaz se posicionou atrás dela e sem fazer cerimônia a puxou pra junto dele, como se fossem namorados. Soninha sentiu toda a excitação do rapaz quando o pau duro tocou-lhe a bunda. O rapaz colocou a mão disfarçadamente por debaixo de sua saia e suspirou quando tocou sua bucetinha e percebeu que ela estava sem calcinha. Ele passou os dedos, que se lambuzaram na grande quantidade de liquido que o tesão produzia. Então ele tirou a mão e chupou os próprios dedos. Soninha parecia não sentir, não se incomodar com as pessoas que os rodeavam e nos raros momentos em que voltou a realidade, percebeu que elas estavam completamente alheias ao que estava acontecendo, com exceção é claro de Ricardo que disfarçadamente saboreava cada momento. O rapaz se afastou um pouco, exatamente como da primeira vez que se encontraram e quando voltou a se encostar em Soninha, seu pau estava para fora da calça. Ela sentiu aquele membro quente encostando. Ele a abraçou discretamente e o pau dele se encaixou entre meio sua bunda e suas pernas. Soninha estava feliz e com um tesão insuportável. O rapaz empurrava e o pau dele roçava seu ânus e sua bucetinha. O rapaz estava tentando penetra-la, mas estava difícil devido à posição que estavam. De alguma forma, Soninha precisava ajudar, não deixar o pau do rapaz escorregar para a frente. Ela precisava travar o pau dele. O ônibus então parou num ponto para pegar mais pessoas e o espaço ficou ainda mais apertado. Soninha instintivamente se aproveitou desta situação e então colocou a mão no meio de suas pernas, como se fosse se masturbar. O rapaz percebeu, arcou um pouco as pernas e empurrou seu pau que ao encontrar a mão da moça, desviou um pouquinho e foi parar todo dentro dela!!Ai foi delírio!!! Soninha sentiu um prazer incrível! Sentiu o poder e o tamanho daquele cacete que sem duvidas, era muito maior que o de seu marido. Aquilo tudo estava atolado nela e Soninha podia sentir a pulsação daquela “tora”. Ela estava na ponta dos pés e não precisaria mais do que alguns movimentos do rapaz para que ela gozasse. O estranho, demonstrando muita experiência, começou a se mexer lentamente. Soninha disse que ele conseguia mesmo parado, mexer seu pauzão dentro dela e que o tamanho daquela “vara” favorecia. Soninha se sentia invadida, toda tomada e sua buceta queimava. O rapaz se mexeu e deu duas enfiadas mortais em soninha que teve vontade de gritar dentro daquele ônibus Ela gozou se segurando nos braços dele. Passado um pouco da pressão, Soninha agora mais confiante, começou a fazer movimentos circulares lentos porém, contínuos e podia agora sentir a dimensão de ter um pau enorme dentro da buceta. Ela sentiu que agora tinha o domínio da situação e que era o estranho agora que estava a mercê dela. Um suspiro dele indicava que ela o vencera. Sua buceta começou a ficar mais molhada e melecada. O rapaz estava despejando grandes quantidades de porra dentro dela, tudo na maior descrição. Soninha se sentia mais feliz ainda por domar aquele estranho garanhão! Ela sentia muita vontade de ver o pau dele, olhar o instrumente que lhe causou tanto prazer mas, sabia que ali não era nem lugar, nem o momento certo. Olhou para Ricardo que tinha neste momento o rosto avermelhado e tenso. O rapaz bruscamente se afastou e o enorme pau saiu de dentro dela. Muita porra escorreu por suas pernas e o cheiro de sexo naquela altura era indisfarçável. O ônibus parou e sem falar nada, Soninha se esforçou para sair e foi seguida por seu marido. Os dois desceram e Soninha deu um grande abraço e um beijo em Ricardo que rapidamente chamou um táxi. Do estacionamento, foram de carro para um motel. Soninha chupou o pau de seu marido e pediu pra ele fazer sexo com força naquele dia. Enquanto metiam, Soninha falava em seu ouvido o quanto tinha gostado de traí-lo, de ter aquele cacete enorme enfiado na buceta mesmo que por pouco tempo. Louca de tesão ela confessou a ele que queria ter mais vezes, experiências deste tipo. Ricardo por sua vez confessou que a humilhação compensava e que agora queria ver mais nitidamente sua mulher ser possuída e invadida por outros. O sexo proibido parece ser o mais gostoso de todos. No dia seguinte, seu marido Ricardo acordou cedo pra ir na padaria em frente ao seu prédio e Soninha feliz também acordou cedo, tomou um banho e desceu para comprar revistas. Não se surpreendeu quando viu do outro lado da rua, seu esposo conversando tranquilamente com o rapaz que a tinha comido no ônibus. Ela percebeu mesmo que as coisa se encaixaram perfeitamente e que tudo deu muito certo. Se seu marido pagou ou não ou seja lá qual forma ele arrumou para fazer isso, não importava a Soninha pois, o certo é que ela queria continuar e pouco importava o modo como essas coisas aconteceriam dali pra frente. Ela viveu uma experiência incrível, um conto erótico real e percebeu que para viver as coisas boas da vida, basta ter vontade e é claro pessoa dispostas a participar. Eles fizeram muito mais estripulias sexuais depois disso e realizaram várias fantasias, inclusive, Soninha quis que eu participasse de uma. Seu marido tem a tara de vê-la transando com outra mulher e confesso a vocês, tenho muita vontade também, mas estou pensando no caso dela. Tudo o que fiz até agora foi beijar Soninha na boca e ao olhar depois no espelho vi que duas mulheres abraçadas e talvez transando, fica muito bonito. Não é a toa que os homens adoram esse tipo de cena. Mas há mais aventuras de Soninha e Ricardo que posso contar a vocês, antes de eu mesma fazer parte de uma.

Drica.

Escrito por Deolho.com às 04h20
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Jogando Copo d'Água com minha namorada e sua irmâ

Meu nome é Carlos, tenho 19 anos e gostaria de relatar um conto muito \"interessante\" que aconteceu comigo. Bom, sou alto, magro, de olhos e cabelos escuros, nada que chame muita atenção, mas nunca reclamei ou reclamaram de nada. Tenho uma namorada de tambem 19 anos, ela tem cabelos castanhos, olhos escuros, alta e também magra. Nós namoramos já faz quase um ano e nos damos super bem, sempre que posso dou um jeito de transar com ela, já que moro em uma república com mais 2 colegas. Ah, o nome dela é Gabriela. Ela tem uma irmã de 17 anos, muito linda, na flor da idade. Ela é muito gostosa! A Gabi é bem gostosinha sim, tem uma barriga perfeita que eu mais adoro dela, uma bundinha bem normal e seios pequenos porém muito durinhos. Essa é a a única frustração quanto a ela. Mas a irmã , a Bruna, compensa o dela, são os peitos mais gostosos da face da Terra. Tudo que falta em uma sobra na outra, se fosse juntar as duas em um só corpo daria a mulher perfeita. A barriguinha e a bunda da Gabi, mais os peitos super gostosos da Bruna. Mas vamos ao que interessa. Certa vez em uma noite de sexta, passei na casa da Gabi para levá-la para sair. Quando chego, dou de cara com a
irmã dela, descendo para pegar o táxi e sair com as amigas. Ela tava muito gostosa, com um vestido preto de alcinha, sem sutiã, o que fazia balançar aqueles peitos fenomenais. De cair o queixo. Eu a cumprimentei e subi para pegar a Gabi. Depois dela terminar de se aprontar, quando íamos descendo, nos damos de cara com a Bruna, subindo, com uma cara de desapontamento. Antes de perguntarmos o que tinha contecido, ela já veio nos dizendo para darmos meia volta, tinha acabado de começar um
toró que não parecia que ia acabar tão cedo. Resolvemos subir e conversar um pouco. Chegando, sentamos no sofá e começamos a papear e xingar a bendita chuva. Estavamos muito putos, mas fazer o quê. Foi aí que a Gabi deu a idéia de largarmos a mão de ser besta e fazer a nossa própria noite, ali mesmo. Eu e a Bruna concordamos, mas sem ter nenhuma idéia. Pensamos bastante e resolvemos jogar cartas. Tiramos a mesinha q ficava em frente ao sofá e sentamos no carpete. A Gabi deu a idéia de jogar buraco, mas ninguém quis, além de ser monótono, de 3 é bem ruim. Eu dei a idéia então, de jogarmos Copo D\'água. Pra quem não conhece, é o seguinte: cada jogador fica com 4 cartas na mão e o
objetivo é juntar as 4 iguais, por exemplo, rei-rei-rei-rei, 7-7-7-7, e aí vai. Quem juntar as 4 iguais, discretamente coloco as cartas na mesa e todos tem que colocar tambem. O último a descer as cartas é obrigado a beber um copo de água num só gole. E pra dificultar mais, um coringa fica rodando e quem tiver com ele fica com 5 cartas e é obrigado a ficar com ela por pelo menos uma rodada antes de passar para o outro.
Bom, aí todos concordamos e eu comecei a ajeitar as cartas. A Bruna levantou de repente e disse q ia no quarto trocar de roupa, porque ela queria ficar mais a vontade. Enquanto a Gabi pegava o jarro com água e os copos, eu terminei de organizar e embaralhar as cartas. Antes da Gabi voltar,me aparece a Bruna, só vestindo uma camiseta grande e velha que ela usava para dormir, calcinha e meias. Eu bem que achei ruim, pois aquele vestido que ela tava usando era demais e ainda dava pra ver a calcinha dela quando ela sentava no chão de pernas cruzadas. No momento em que eu tava secando os peitos dela que quase rasgavam a camiseta, chega a Gabi com tudo. Sentamos todos e começamos a partida. O começo a gente tava bem animado, eu já tinha tomado 2 copos e as duas apenas 1 cada. Quando eu perdi a terceira, elas ficaram rindo de mim, e não passou disso. Depois de uns 15 min, estávamos todos meio q com tédio do jogo. Foi aí que Gabi teve uma idéia, ela saiu pra cozinha e trouxe com ela uma garrafa com conhaque. Toda alegre ela disse \"Vamos dar uma animada nesse jogo!\" Eu e a bruna adoramos a idéia! Perguntei se não problema para os pais delas. Elas meio que riram da minha cara
dizendo que eles tinham saído para comemorar o aniversário de casamento e que quando acontecia isso eles sempre dormiam fora. \"Adivinha fazendo o quê!\" disse Bruna. Rimos juntos e começamos a jogar.
Foi aí que o jogo começou a ficar gostoso. A primeira a tomar o gole de conhaque foi a Bruna, ela virou o copinho duma vez só. Com um pouco de incentivo nosso, é claro. Depois de vários copos, a gente ria de
tudo, cada um tinha tomado mais de 5 copos. Tava tudo tonto e alegre. No último gole da garrafa, que já tava no fim, a Gabi virou no bico e foi procurar para ver se tinha mais. Que nada! Só tinha vinho caro
do pai dela, e ela achou melhor não pegarmos. Foi aí que se deu meu espanto. \"Vamos esquentar mais ainda esse jogo! Vamos jogar Strip Copo D\'água!\". Eu olhei pra cara dela assustado, mas gostando da idéia. Ela tava convicta com a sugestão. Eu pensei bem e concordei. \"Contanto que tua irmão concorde, vamos lá!\" Eu olhei na cara da Bruna e ela já tava contando as peças de roupa de cada um - \"Beleza! Em vez de quem perder tomar um gole de conhaque, vai ter que tira uma peça de roupa!\"
Eu surpreso e ansioso em ver aqueles peitos divinos já fui me concentrando! Recapitulando a roupa de cada um, cada pessoa tinha 5 peças de roupa.
Eu - camisa de botão, calça jeans, meias, tênis e cueca.
Gabi - calça jeans daquelas coladinha que marca a bunda certinho,
blusinha sem manga também coladinha, sandália, sutiã e calcinha.
Bruna - camisetão, meia esquerda, meia direita, calcinha e mais o meu
relógio que eu emprestei a ela para ficarmos tudo igual.
Eu já tava de pau duro pensando em ver as duas peladinhas na minha frente e já fiquei muito mais animado que antes. Com todos em um estado de bebida já bem alto começamos o jogo.
Antes, resolvemos que quem baixasse as cartas, diria qual peça de roupa o que baixou a cartas por último vai tirar. Na primeira rodada saí com duas cartas iguais, mas não adiantou muito
e foi a Gabi que desceu as cartas primeiro. A lerda e bêbada da Bruna baixou por último e a Gabi pediu que ela tirasse o relógio. Na segunda, comecei bem e já desci quase logo de cara as minhas. De
novo foi a Bruna que ficou por último (para minha alegria) e pedi que ela tirasse a meia esquerda. Tem que ir devagar para dar aquele gostinho!
Na terceira rodada adivinha quem foi a lerda! Pra minha alegria foia Bruna de novo. A Gabi baixou primeiro e pediu para que tirasse a outra meia.
A Bruna meio que ficou esperta! Ajoelhou no chão, sentou sobre seu calcanhar e deu uns tapinha na cara \"Ah, não! Só tenho mais duas peças! Vou reagir agora!\"
Nossa! Eu nunca podia imaginar aquela situação...tava muito bom! Atéme lembrava os jogos de Strip Poker que eu tenho no computador. Só de estar naquela situação eu já ficava muito excitado. Voltando...
Na quarta rodada eu que fui o feio, e perdi meus tênis. Na próxima, a Bruna quem desceu as cartas e a Gabi quem teve que tirar suas sandálias. Na outra, a Bruna tava com tudo, desceu quente as cartas e eu quem fiquei sem tênis. Depois de ficar só com duas peças a Bruna ficou muito mais ligada, o que me dava mais tesão ainda. Na outra rodada eu perdi minha meia e na próxima a Gabi perdeu a blusa,
ficando só de sutiã e calcinha. A Gabi tava um tesãozinho, com aqueles peitinhos durinhos e aquela
barriguinha perfeita aparecendo. Eu já tava começando a ficar maluco. Acabou que na outra rodada a Gabi desceu e eu que perdi, ficando somente de calça e cueca. A Bruna tava na mesma situação minha, com a camiseta e a calcinha e a Gabi tava de sutiã, calça e calcinha. Começando a outra rodada, eu sai bem e já tava pensando que eu ia descer primeiro. Mas a Bruna tava impossível e desceu antes e foi a
Gabi que ficou pra trás e perdeu a calça. Aí que eu comecei a ficar louquinho. Ela tava só de calcinhae sutiã, só com um olhar de malícia pro meu lado. A Bruna logo percebeu isso e deu um sorrisinho.
Naquela hora eu fiquei convicto em ganhar aquele jogo e ver as duas irmãs peladinhas.
Na rodada seguinte, eu desci quente e por um triz que a Bruna não fica por último. Mas foi a Gabi que perdeu e o jogo começou a ficar interessante. Eu e a Bruna já começamos a rir da cara dela. A Bruna só
ficava gozando dela \"Hum, vai ser a primeira a mostrar os peitinhos!\" A Gabi colocou os braços para trás e soltou a fivela, deixando cair seu sutiã. Os peitinho dela tavam durinho como nunca. Os mamilos tavam
já apontando, mostrando que ela estava bem excitada. A Gabi que estava sentada com as pernas cruzadas, tava só de calcinha. Aquela posição dela tava um tesão só. Sua bucetinha tava marcadinha
na calcinha. Eu não tirava o olhos de lá. Percebendo isso a Bruna já foi logo gozando da minha cara \"Ué, Carlos, a Gabi nunca mostrou a bucetinha pra você não? É uma gracinha! Toda aparadinha!\". Para revidar
a Gabi já foi falando \"Ih, ele conhece isso aqui como se fosse a palma da mão dele!\". No estado alcólico que a gente tava tudo era motivo para rir.
Na outra rodada, eu pensei comigo mesmo que tinha que ganhar aquele jogo! Eu dei as cartas e me concentrei. Quando eu ia baixar minhas cartas, a Gabi baixou quase que junto comigo, só um pouquinho antes. Adivinha quem ficou por último? A Bruna! Eu já tava esperando para ver
aqueles seios incríveis, não tirava os olhos deles. Mas pra minha surpresa a Gabi pediu para que ela tirasse sua calcinha. Minha espectativa foi lá em baixo, mas mesmo assim eu tava animado. A Bruna
levantou, um pouco vermelha, num sei se de vergonha ou de bêbada e desceu sua calcinha. Mas como a blusa dela era bem longa num deu pra ver nadinha! Eu até me torcia pra ver alguma coisa! Com a calcinha no pé, ela jogou na minha cara, cortando o meu barato. Eu até olhei pra Gabi pra ver se estava brava, mas parecia que estava mais excitada que antes, ela tava toda arrepiada. Aí que me senti mais tranquilo em aproveitar aquela noite incrível.
Na próxima rodada, eu meio que fiquei destraído e perdi minha calça. Quando tirei e fiquei só de cueca, estava nítido que meu pau tava duríssimo! Olhei pra cara das duas e elas não tiravam o olho dele.

Escrito por Deolho.com às 04h19
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